quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Eu me desisto!

Pouco antes de dormir, já "sonado" o Tomaz começa a falar uma série de coisas sem sentido sobre as rodinhas da sua bicicleta do Pocoyo, e depois manda essa: "Ah Pai, tô cansado de me estrepar, eu me desisto!"

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ô pai, tem chacoalhar!

Papai leva o Tomaz no meio da madrugada pra fazer xixi. Depois do serviço feito, rapidamente guarda o pipi do Tomaz na cueca e aí leva a bronca: "Ô pai, tem que chacoalhar!".

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Animais moram no zoológico, mãe!

Tomaz está esperando pelo jantar na cozinha e pergunta:
"Mamãe, o que é uma floresta?"
Mamãe responde: " É um lugar cheio de árvores, onde os animais moram."
Tomaz responde: "Ah, mãe, nada disso!Animais moram no zoológico!"

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Depois da mesa!

Tomaz: Erika, hj eu e a vovó Lili vamos pegar amoras

Tia Erika: Onde Tô?

Tomaz: no quintal do seu Tiago

Tia Erika: humm, que delícia, vc guarda uma pra tia comer a noite?

Tomaz: nôôô, é pra comer depois da mesa

Tia Erika: hã? depois da mesa????

Vovó Lili, lá do quarto, interfere: é SOBREMESA Tomaz......

É a única cara que eu tenho, ué!

Tomaz diz ( com uma cara BEM esquisita): tia Erika, a vovó queria roubar o Charlie, cachorro da vizinha Tereza

Tia Erika: Nossa Tô, coisa feia....roubar não pode...era pegar emprestado, né?

Tomaz diz ( com um carinha mais esquisita ainda, toda retorcida): É, roubar é feio, coisa de bandido...

Tia Erika: é, isso mesmo, coisa feia! E Tô, que cara é essa?

Tomaz diz: É a única cara que eu tenho, ué!

Obs: nessa hora vovó Lili, grita lá da cozinha: Tóoooma tia Erika...hahahaha

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mãe, como eu fui parar aí dentro?

Depois de assistir ao vídeo de seu nascimento com a tia Erika para "ajudar" na seleção de fotos para seu aniversário, Tomaz já havia entendido como tinha nascido.
Durante o banho, resolve perguntar para a mamãe:
" Mãe, como eu fui parar dentro da sua barriga?"
"Filho, papai plantou uma sementinha..."
" Ô mãe, eu sou vaso por acaso?"